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Andef e associadas prestam homenagem ao Ministério da Agricultura.

Veja o anúncio criado pela Andef e suas associadas em homenagem aos 150 anos do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento

No amanhecer cada dia, homens, mulheres e máquinas trabalham até adentrar a noite. As pequeninas e grandes plantações se estendem das plagas do Rio Grande do Sul à extrema fronteira agrícola, em Roraima. Se espelhadas num mapa, equivaleriam aos territórios, somados, da Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Portugal, Espanha, Romênia e ainda todo o Corn Belt norte-americano, o maior pólo produtor de grãos do mundo. Porém, mais decisivos do que o tamanho da safra são é o Conhecimento tecnológico que chegam campo. Com ele, os agricultores passaram a ostentar os números que traduzem o verdadeiro nome do jogo: competitividade.

Diante dos desafios globais – crescimento populacional, aumento de demandas nas áreas alimentar e de saúde, esgotamento dos recursos energéticos e profundas mudanças climáticas – as inovações se materializam em tecnologias aplicadas aos vários segmentos produtivos. Sem o controle eficiente, associado aos manejos integrados, de pragas e doenças nas plantações comerciais, o Brasil estaria muito longe da posição destacada que hoje ocupa no cenário mundial. Mais grave: pode-se calcular as conseqüências dramáticas, hoje, da escassez no mercado interno de frutas, hortaliças e grãos, como milho, arroz, soja e feijão – apenas para citar alguns itens imprescindíveis na cesta básica da população. Grande parte deste mérito cabe ao Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento. Criado em julho de 1860, o MAPA tem sido decisivo no apoio ao campo e à sua missão de transformar em realidade o anseio por sustentabilidade, em suas três vertentes: econômica, ambiental e social.


MAPA 150 anos: de 1860 aos dias de hoje

Desde a criação do Ministério, por Decreto Imperial, em julho de 1860, os negócios da Agricultura foram liderados por diferentes estruturas. Em 1930, ao Ministério da Agricultura é atribuída importância política e econômica no cenário nacional. A estrutura organizacional do Ministério permaneceu inalterada por 50 anos.
Em 1980, os assuntos relativos à reforma agrária e aos recursos florestais e pesqueiros foram excluídos. Mais tarde, em 1990, a nova Pasta da Agricultura recuperou as atribuições tradicionais, com exceção do abastecimento, e incorporou ações de coordenação política, de execução da reforma agrária e de irrigação.

De 1990 a 2007, em razão das competências conferidas à Pasta, a estrutura organizacional do Ministério foi sendo gradualmente ajustada: em 1991, incorporou os assuntos de abastecimento, política agrícola e desenvolvimento rural; em 1992, passou a denominar-se Ministério da Agricultura, Abastecimento e Reforma Agrária; em 1996, assumiu a denominação de Ministério da Agricultura e do Abastecimento; em 1998, foram incluídos novamente os assuntos relativos aos recursos pesqueiros; em 1999, foram incorporados os assuntos relativos à política do café, do açúcar e do álcool, bem como os relativos à política governamental, nas atividades do setor agroindustrial canavieiro, até então afetas ao Ministério da Indústria e Comércio; em 2001, com a inclusão da pecuária, passou a denominar-se Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, numa clara demonstração de importância deste segmento; e, em 2003, os assuntos pesqueiros foram retirados da competência da Pasta.

Em 2004, para responder ao crescente desafio de acompanhar as grandes modificações sociais, econômicas, políticas e tecnológicas que têm impacto sobre a população mundial, o MAPA iniciou um amplo diálogo com o setor produtivo, no sentido de prover políticas públicas adequadas às necessidades de consumo da população e ao desenvolvimento agropecuário.

Como consequência desse processo, iniciou um programa de gestão estratégica, visando, a partir das tendências do agronegócio no Brasil e no mundo, a construção de sua missão e visão de futuro, oferecendo respostas seguras às demandas da sociedade. O registro desse conjunto de informações históricas é fundamental para garantir a memória da história do agronegócio no Brasil, contribuindo para ampliação e disseminação do conhecimento sobre o tema.

FONTE: Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, IICA

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