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Volume pluviométrico coloca em risco segunda maior safra de grãos da história.

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Foto: Portal MS

Aliadas históricas do produtor rural, as chuvas se converteram no maior fator de risco para a safra de grãos que começa a ser colhida nas principais regiões produtoras do país. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) previu safra de 141,3 milhões de toneladas, a segunda maior da história, no levantamento de janeiro, mas o excesso de umidade pode frustrar a produção.
O índice de chuvas é recorde no Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste. Em algumas regiões do Estado de São Paulo, o índice acumulado em janeiro chega a 300 milímetros, o maior índice em 30 anos.
A grande quantidade de chuvas paralisa as atividades no campo e atrasa as colheitas de arroz, feijão, milho e soja. A umidade aumenta a incidência de pragas e reduz a qualidade da produção, derrubando preços. O grão úmido exige mais tempo de secagem e abarrota silos e secadores. As estradas rurais, intrafegáveis, estão dificultando o escoamento da safra.
No sudoeste do Estado de São Paulo, uma das principais regiões produtoras de feijão do país, as perdas chegam a 65%, segundo a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado. São Paulo produz 180 mil toneladas do alimento em 122 mil hectares. Engenheiro agrônomo do órgão em Itapeva, Vandir Daniel da Silva diz que o feijão maduro tomou chuva no campo e perdeu qualidade. “a saca de 60 quilos, que estava a R$ 70, foi vendida de R$ 20 a R$ 30”, afirma Silva.

José Maria Tomazela – AG. ESTADO

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