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Novos produtos não são criados da noite para o dia. O processo de desenvolvimento de um defensivo agrícola é longo, pode chegar a 10 anos. Em média, 140 mil moléculas são pesquisadas e testadas para que um novo produto chegue ao mercado. Um processo que consome até 250 milhões de dólares, mas que garante produtos cada vez mais eficientes e modernos.
 
Além dos longos testes realizados pelas indústrias, os novos produtos ainda são rigidamente avaliados por três órgãos do Governo - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente; e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vinculada ao Ministério da Saúde.
 
A inovação tecnológica liderada pelas empresas associadas à Andef fez com que defensivos agrícolas mais eficientes fossem desenvolvidos nas últimas décadas. Produtos mais modernos têm propiciado reduções progressivas nas doses aplicadas nas lavouras brasileiras. Graças às novas tecnologias, reduziu-se em mais de 80%, em média, a dosagem de herbicidas, fungicidas e inseticidas por área. Por exemplo, se na década de 1980 eram necessários 2 kg (dois quilogramas) de determinado produto para cada hectare para que uma praga fosse combatida, hoje, com a inovação, os produtos substitutos sugerem a dosagem de 0,02 kg, ou dois gramas, para proteger a mesma área. Esse é o papel da Ciência e das empresas associadas à Andef.