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O programa Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) terá no próximo mês mais uma edição do curso para certificação em Nível II dos operadores do setor.

As aulas vão ocorrer nos dias 22 e 23 de setembro, no Royal Palm Hotel, em Campinas/SP e as inscrições e pagamentos devem ser feitas até o dia 11 de setembro, no site do CAS.
 
O curso 'Qualidade técnica e responsabilidade ambiental na aplicação aérea' abrange tecnologia de aplicação, condições climáticas, qualidade das aplicações, uso correto dos defensivos agrícolas, implicações legais, segurança operacional, redução de deriva, mapeamento das áreas, manejo e outros temas.
 
Para participar é necessário já ter concluído a etapa em Nível I – o que ainda pode ser feito neste mês -. A primeira etapa do CAS abrange basicamente a análise de regularidade dos documentos da empresa, atestando que ela cumpre todas as exigências legais em registros e relatórios.
 
No Nível II vem o aprendizado para tornar as operações mais seguras (tanto do ponto de vista operacional quanto ambiental) e eficientes, e, no Nível III (que deve ter sua largada até o final do ano) as empresas certificadas passarão por vistorias in loco, para comprovar que todo o ensinamento vem sendo aplicado.
 
DIFERENCIAL, MERCADO E SOCIEDADE
 
O CAS é o primeiro selo de qualidade ambiental da aviação agrícola brasileira. A realização é da Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (FEPAF), em parceria com a Associação Nacional de Defesa Vegetal (ANDEF) e o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG), tendo como entidades coordenadoras a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FCA/UNESP-Botucatu), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
 
Já são 47 empresas aeroagrícolas certificadas em Níveis I e II do programa, a maior parte nos Estados de São Paulo e Goiás. No entanto, a expectativa é que haja cada vez mais procura pelo selo de qualidade, que abrange também os chamados operadores privados – produtores rurais e cooperativas agrícolas que contam com seus próprios aviões.
 
Um dos motivos é a própria exigência do mercado: usinas de açúcar com produção de cana no Sudeste e Centro-Oeste já estão exigindo esse diferencial de seus prestadores de serviços. E o mesmo deve começar a ocorrer nas lavouras de soja – a APROSOJA/MT já manifestou seu apoio ao programa.
 
Fonte: SINDAG

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