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Inovações que protegem as lavouras
 

O Brasil sempre enfrentou, ao longo de sua história, imensas dificuldades para ingressar na agricultura de alta escala e com qualidade. A monocultura que caracterizou, durante séculos, a produção agrícola nacional, nos

moldes da plantation, esgotou-se na década de 1950. A produtividade ainda era muito baixa no ano de 1948, quando o químico suíço Paul Hermann Müller conquistou o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta da eficácia do inseticida DDT nas lavouras – tecnologia adotada, em seguida, por agricultores do mundo inteiro.
A safra brasileira mal atendia o próprio mercado interno – exceto com café, cacau e açúcar; hortaliças e frutas de clima temperado sequer prosperavam, pois pragas e doenças grassam com maior virulência em lavouras tropicais. Essas culturas, sobretudo, necessitam ser protegidas das inúmeras pragas: insetos, ácaros, fungos, bactérias, vírus, plantas daninhas e diversos outros patógenos e animais que competem com as plantações.
Portanto, sem o controle eficiente de pragas e doenças, a agricultura não seria um dos esteios da economia no país, muito menos ocuparia a posição destacada que detém no cenário mundial.

Tecnologias geram produtos mais eficazes e seguros
Os laboratórios e estações experimentais das indústrias que integram a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), reúnem 552 especialistas em diversas áreas do Conhecimento, como Agronomia, Química, Fitopatologia, Entomologia, Ciência das Plantas Daninhas, Virologia, Toxicologia e Biologia, dentre outras.
São esses PhDs, mestres e técnicos que pesquisam e desenvolvem novos ingredientes ativos que geram defensivos agrícolas inovadores, mais seguros aos aplicadores e ao meio ambiente, além de mais eficientes na ação. Embora com volumes até dezenas de vezes menores de aplicação, as novas tecnologias proporcionam elevados ganhos de produtividade.

Os caminhos-chave que orientam dos produtos inovadores
Os novos produtos fitossanitários apresentam características agronômicas, toxicológicas e ambientais mais eficazes e seguras – para os agricultores, os consumidores dos alimentos e o meio ambiente.
Esses importantes avanços são certificados por três importantes órgãos, encarregados da avaliação e concessão do registro de novos ingredientes ativos e produtos: Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA); Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente; e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Ministério da Saúde.
Para os novos ingredientes ativos e suas formulações serem levados à análise dos três órgãos registrantes do governo, há o trabalho relevante das centenas de especialistas em regulamentação e registro de produtos, profissionais pertencentes aos quadros das indústrias associadas da Andef.
Os mais avançados métodos de ensaio de novas moléculas e o rigor dos critérios de avaliação daqueles órgãos são uma garantia: o rigoroso processo de registro valida a a segurança e a qualidade dos alimentos que, protegidos de pragas e doenças, chegam saudáveis às mesas dos consumidores.

Portanto, eis os caminhos-chave da inovação dos produtos fitossanitários:

– Eficiência contra os principais alvos que afetam a saúde sanidade e a produtividade das lavouras.

– Produtos usados em doses tão baixas quanto possível, com reduzida ou nenhuma toxidade de modo a reduzir os riscos de exposição para o homem e para os animais silvestres e domésticos.

– Baixos impactos ambientais e pouca persistência no ambiente.

– Custos cada vez mais reduzidos aos por unidade de área tratada pelos agricultores.

Inovações que protegem as lavouras

O Brasil sempre enfrentou, ao longo de sua história, imensas dificuldades para ingressar na agricultura de alta escala e com qualidade. A monocultura que caracterizou, durante séculos, a produção agrícola nacional, nos moldes da plantation, esgotou-se na década de 1950. A produtividade ainda era muito baixa no ano de 1948, quando o químico suíço Paul Hermann Müller conquistou o Prêmio Nobel de Medicina pela descoberta da eficácia do inseticida DDT nas lavouras – tecnologia adotada, em seguida, por agricultores do mundo inteiro.

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