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Vendas recuaram 3%, informaram Sindag e Andef, em coletiva de Imprensa.

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A indústria brasileira de defensivos agrícolas espera crescer  entre 5% e 10% ao fim de 2011, informou ontem, em São Paulo (SP), o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (Sindag). Isso se o atual cenário de mercado, com bons preços agrícolas, valorização das commodities e a perspectiva de aumento na área plantada em culturas como o algodão se mantiver.

Em 2010, porém, as vendas de defensivos tiveram queda de 3%, informaram os dirigentes do setor presentes na coletiva de imprensa, que reuniu, no Hotel Radisson, o presidente do Conselho Diretor da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), João Sereno Lammel; o vice-presidente do Conselho Diretor da Andef, Eduardo Leduc; o diretor-executivo da  Andef, Eduardo Daher; e o vice-presidente executivo do Sindag, José Roberto Da Ros, além do professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Ilha Solteira, Geraldo Pappa, e o consultor da Andef, Cristiano Walter Simon.

A redução se deveu, segundo os números apurados pelo Sindag, por causa da valorização da moeda brasileira. Sendo assim, a movimentação financeira recuou R$ 12,436 bilhões, ante R$ 12,878 bilhões verificados em 2009. Já em moeda americana, a indústria obteve crescimento de 9% – o montante saltou de US$ 6,626 bilhões para US$ 7,240 bilhões.

Ainda de acordo com o Sindag, a única categoria de produtos que registrou elevação de vendas em reais em 2010 foi a de fungicidas, com alta de 5%, sobretudo por causa da maior demanda pelo fungicida que controla a ferrugem da soja. Em valores, esta movimentação saltou de R$ 3,482 bilhões em 2009 para R$ 3,667 bilhões em 2010.

Tania Rabello, O Estado de S. Paulo/Suplemento Agrícola

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