Você está aqui: Home / Imprensa / Notícias / Eduardo Daher comenta sobre o caminho do Brasil na liderança da produção de alimentos

Confira a entrevista concedida à Dinheiro Rural.

O diretor executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Eduardo Daher, ficou animado com as projeções futuras para setor nos próximos quatro anos. De acordo com a pesquisa da consultoria alemã Kleffmann, divulgada em outubro, as vendas de defensivos agrícolas crescerão cerca de 6% ao ano até 2019, no País, ante uma tendência de 3% no mundo. Os agroquímicos que movimentam US$ 60,5 bilhões em 2014, sendo US$ 9,7 bilhões no Brasil, podem chegar a US$ 67,8 bilhões no mundo e a US$ 12 bilhões no Brasil. 
 
Em que bases o setor crescerá?
Daher: Pelo estudo, o crescimento de demanda na indústria química tem como base o aumento do volume de pragas, doenças e plantas daninhas.
 
O que essa projeção significa?
Isso sinaliza que o Brasil esta prestes a ser o grande produtor de alimentos do mundo. Ainda perdemos para os Estados Unidos, mas isso deve mudar, pois temos a tecnologia embarcada sem sementes e em manejo de lavoura, além de fazermos duas safras ao ano.
 
A pesquisa já reflete um cenário de crescimento para 2015?
Não. Por enquanto estamos vivendo um momento diferente. Acredito que o desempenho da indústria para este ano será igual ao de 2014.
 
O que mais tem prejudicado o setor?
A morosidade do mercado na programação das compras de defensivos. No longo prazo, isso pode ser perigoso, pois gera o conceito de volatibilidade, fazendo com que a indústria não consiga se preparar para a demanda.
 
 
Fonte: Dinheiro Rural / Novembro/2015

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