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Evento foi promovido pela entidade CEBDS e a Syngenta, nesta quinta.

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Quais os passos seguintes após a décima COP-10, como é conhecida a Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica, realizada no final de outubro, no Japão.  Debater essas tarefas foi o desafio proposto pelo Fórum Biodiversidade Brasil, nesta quinta-feira, 11, em São Paulo. O encontro foi realizado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, CEBDS, e pela Syngenta Proteção de Cultivos, uma das quinze empresas associadas da Andef.
“O setor empresarial está preocupado com o crescimento sustentável”, afirmou Antonio Carlos Guimarães, presidente da Syngenta para América Latina, durante a abertura do evento. O dirigente destacou o aumento do consumo interno no Brasil e lembrou, também, que dentro dos próximos 20 anos a população mundial aumentará em cerca de dois bilhões de pessoas. “A demanda por alimentos crescerá cada vez mais, a exemplo da dieta nos países em desenvolvimento”, disse Guimarães. “Por sua competitividade agrícola, o Brasil terá um grande papel neste cenário, mas somente com tecnologias modernas venceremos o desafio de produzir mais com menos uso de recursos naturais.” 
Marlene Grossi, presidente executiva do CEBDS, elogiou o empenho demonstrado pela iniciativa privada no novo paradigma de produzir de forma sustentável. “Um exemplo dessa preocupação é própria entidade, que hoje já soma 29 empresas associadas, representando 14 segmentos produtivos.”
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Mônica Teixeira, presente no Fórum Biodiversidade Brasil, apresentou um balanço da participação da delegação brasileira na COP-10, no Japão. “O Brasil se tornou uma grande referência mundial no debate sobre clima e biovediversidade. O que nos falamos e fazemos aqui, tem imediata repercussão nacional. Daí a responsabilidade que temos, como sociedade, governos, empresas, comunidade científica e grupos engajados”, disse Isabella Teixeira. Segundo ela, há agora uma grande tarefa no pós COP-10, “Precisamos estabelecer uma agenda para as próximas décadas que compreenda a biodiversidade em seus três enfoques: a segurança alimentar, a segurança climática e a segurança energética”, afirmou a ministra. “São desafios enormes, mas do tamanho de um país que pretende ser a quinta economia do mundo.”

Biodiversidade em debate: Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente (em pé); Helena de Queiroz, da Sec. estadual do Meio Ambiente de SP; Antonio Carlos Guimarães, presidente da Syngenta.


Fonte: Comunicação ANDEF
Foto: Orípides Ribeiro/ANDEF

 

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