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Realizado pela FAO, Andef e Abag, evento debate a produção de alimentos

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Mais de 220 pesquisadores, profissionais da indústria de alimentos e do agronegócio, jornalistas e estudantes participaram na última sexta-feira, 19 de outubro, da quarta edição do Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos para um Futuro Sustentável. Realizado pela FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação; Andef, Associação Nacional de Defesa Vegetal; e Abag, Associação Brasileira de Agronegócio, o evento fez parte das solenidades alusivas à Semana Mundial da Alimentação, iniciativa da FAO comemorada mundialmente em cerca de 160 países.

“Entre os objetivos do Fórum Inovação está o de lembrar a importância crucial do alimento para a humanidade”, explica Helder Muteia, representante da FAO no Brasil. O ex-ministro Roberto Rodrigues, homenageado deste ano pelo Fórum Inovação, Agricultura e Alimentos, afirmou, durante o evento, que o Brasil tem todas as condições de assumir este papel de protagonista na busca de um quadro mais compatível com a necessidade de combater à fome no mundo.

Leia, abaixo, as últimas notícias sobre o IV Fórum Inovação. Também acesse www.forumagriculturaealimentos.org.br e leia mais sobre o evento. As apresentações dos palestrantes e fotos do Fórum serão disponibilizadas no site, nos próximos dias. Acompanhe.

Fonte: Comunicação ANDEF


Combate à fome requer inovação e liderança forte

Uma a cada oito pessoas ou 870 milhões de habitantes passam fome no mundo. Apesar dos avanços registrados nos últimos anos no combate à fome – entre 1990 e 2012 o índice recuou de 23,3% para 14,9% -, o representante da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) no Brasil, o moçambicano Hélder Muteia, considera “estes números inaceitáveis”.

Muteia participou no dia 19 do IV Fórum de Inovação, Agricultura e Alimentos, em Campinas (SP), na sede do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). O evento fez parte das comemorações da Semana da Alimentação da FAO, que em 2012, ano internacional do cooperativismo, teve como tema “Cooperativas Agrícolas Alimentam o Mundo”. Muteia fez questão de destacar o papel do cooperativismo na erradicação da fome. Para ele, as cooperativas são o futuro que queremos em termos de aumento da produção agrícola com sustentabilidade e combate à fome. “A essência das cooperativas é o bem comum”.

O representante da FAO também apontou a contribuição da governança e o apoio a redes de proteção social como iniciativas em prol do combate à fome. “Não é uma solução definitiva, mas parte de um caminho em busca da erradicação deste problema”, disse, citando como exemplo o programa Bolsa-Família, do governo federal brasileiro.

Entre as recomendações da FAO para amenizar esta situação e atingir a meta de reduzir para 11,6% a taxa de pessoas que passam fome no mundo até 2015, o que significa um corte pela metade em números absolutos, Muteia destacou a necessidade de se encontrar lideranças fortes, apostar no cooperativismo e incrementar os investimentos em tecnologia, desenvolvimento e inovação.  

Em relação ao combate à fome no Brasil, o representante acredita que o país está na rota certa e que a situação já foi bem mais constrangedora para um país que é uma potência agrícola. A FAO aponta que atualmente 13 milhões de pessoas passam fome no Brasil. Em 1990, este número era de 23 milhões. O índice despencou de 14,9% para 6,9% no período.

Dados da FAO indicam que as cooperativas geram 100 milhões de empregos, com faturamento anual de US$ 1,1 trilhão. No Brasil, o setor envolve 18 milhões de pessoas e é responsável por 40% do PIB agrícola do país. 
 
Fonte: Mecânica de Comunicação e ANDEF


Agricultura familiar faz parte do agro, diz FAO

Para a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), a agricultura familiar faz parte do agro. “Nós não diferenciamos”, disse Hélder Muteia, representante da FAO no Brasil, durante o “IV Fórum de Inovação, Agricultura e Alimentos”, realizado no final da semana passada (sexta, 19), em Campinas (SP).

Segundo Muteia, no conceito da FAO, o agro integra tudo, desde o pequeno, passando pelo médio, até o grande produtor. “Está tudo interligado, colocamos todos juntos”, ressaltou, acrescentando que o pequeno produtor está no agro é para ganhar dinheiro. “O importante é a integração entre eles, sem que haja uma dominação de um ator sobre o outro.”

Fonte: Sou Agro

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