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Objetivo é atingir a dieta da população mais carente.

Reduzir a desnutrição, oferecendo maior segurança alimentar a partir da elevação de teores de ferro, zinco e vitamina A de certos alimentos, que integram a dieta da população mais carente. Para alcançar este objetivo, pesquisadores do Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), selecionaram materiais de embalagens economicamente viáveis que, ao mesmo tempo, são capazes de preservar os carotenoides de alimentos processados, produzidos a partir da batata doce e da mandioca.

Após a fase de pesquisas, os cientistas do Instituto – vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) – começaram a criar embalagens para produtos desenvolvidos pelo projeto BioFORT, responsável pela biofortificação de alimentos no País, sob a coordenação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Um dos propósitos deste estudo foi comparar o efeito do tipo de embalagem e do sistema de acondicionamento do alimento na preservação de carotenoides de farinha de batata doce e mandioca biofortificadas. Segundo o Ital, a farinha de batata doce, por exemplo, produzida a partir de raízes com elevado teor de β-caroteno, é fonte de pró-vitamina A, que traz vários benefícios para a saúde humana.

Ainda conforme o Instituto, por meio de pesquisas e cruzamentos de plantas da mesma espécie, gerando cultivares mais nutritivas, esta rede de pesquisadores brasileiros e outras do exterior também estão investindo em pesquisas para obter alimentos básicos mais nutritivos, tais como abóbora, arroz, batata doce, feijão, feijão caupi, mandioca, milho e trigo.

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