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Redução de perdas e maior produtividade no campo.

A história da agricultura brasileira, sobretudo do cultivo de commodities, pode ser dividida em antes e depois do plantio direto, diz Henrique Debiasi, da Embrapa Soja. Na década de 1970, segundo ele, a erosão causava uma perda média anual de solo de 20 toneladas por hectare no país.

Com o plantio direto, conservando sobre o solo a palha da safra anterior, a perda foi reduzida em até 95%. Além de diminuir a perda de solo, o sistema permite o acúmulo de matéria orgânica, aumentando a produtividade a médio e longo prazo.

O pesquisador enumera outras vantagens do plantio direto sobre o sistema convencional: economia de combustível de até 45 litros por hectare – pelo fato de não ser necessário fazer preparos como arar o solo – e possibilidade de duas safras ao ano.

Mas, para que o sistema dê certo, alerta Debiasi, é preciso respeitar alguns princípios, como manter a cobertura permanente do solo, revolvê-lo o mínimo possível e, principalmente, fazer a rotação de culturas.

‘Muitos estão plantando apenas soja e milho por causa dos bons preços. A longo prazo, essa prática pode resultar em surgimento de pragas e menos palhada. Boa conservação do solo é investimento’, afirma.

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