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Em entrevista ao Valor Econômico, presidente da CropLife fala sobre mercado.

A competição no mercado de defensivos está cada vez maior. É o que afirma Antônio Carlos Motta Guimarães, presidente da CropLife América Latina e diretor-geral da Syngenta para a América Latina. “Para se destacar, as empresas que apostam em pesquisa e desenvolvimento para elaborar novos defensivos e manter patentes por algum tempo estão gastando cada vez mais tempo, pesquisando mais componentes para cada novo registro e aplicando mais recursos durante esse processo”, completa Guimarães.

Ainda segundo o presidente da CropLife, na década de 90, as empresas pesquisavam em média 50 mil componentes durante aproximadamente oito anos, com investimentos de US$ 152 milhões para se chegar a um novo produto. Dez anos depois, passaram a ser necessários 100 mil componentes, nove anos e US$ 184 milhões para cada defensivo. “Atualmente, são gastos em média dez anos para combinar 150 mil componentes com aportes de US$ 256 milhões até se chegar a um novo produto”.

Somado ao tempo despendido nas pesquisas de cada produto, existe a lentidão do número de registro de produtos fitossanitários modernos. “É necessário ter agilidade para não perder a competitividade no mundo globalizado da produção de alimentos, fibras e energias renováveis”, afirma Eduardo Daher, diretor-executivo da Andef, Associação Nacional de Defesa Vegetal. Daher explica que foram as tecnologias que possibilitaram o aumento do rendimento das culturas, nos últimos 15 anos, em cerca de 100%.

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Silvia Costanti/Valor

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