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Brasil produz mais com menos defensivos

O Brasil é atualmente o maior mercado mundial de defensivos agrícolas do mundo. Isto não significa, porém, que estamos sendo envenenados. A liderança brasileira é explicada pelas características climáticas do país, que por um lado permite o cultivo de duas a três safras anuais, mas também exige tratamento constante contra pragas e invasores. Com três ciclos de produção anuais, é natural que o consumo de defensivos seja maior.

Nos Estados Unidos e Europa, que colhem apenas uma safra a cada ano, parte do controle de pragas é feito no inverno, quando a neve cobre o solo e impede a proliferação de insetos e lagartas. Mesmo assim, no verão, os defensivos são amplamente utilizados pelos produtores locais – e com uma eficiência muito menor se comparados aos agricultores brasileiros.
De acordo com dados da FAO e da consultoria Phillips McDougall, a Unesp de Botucatu realizou um estudo que comprova a posição do Brasil no ranking mundial no emprego de defensivos. Por área cultivada, o Brasil está em 7º lugar, em um ranking de 20 países, ficando atrás de países como Japão, Alemanha, França, Itália e Reino Unido. Se a análise for pelo volume de defensivos utilizados, o país cai para 13ª posição e passam à nossa frente Canadá, Espanha, Austrália, Argentina, Estados Unidos e Polônia.
Portanto, se há um título que o Brasil merece e pode se orgulhar, é o de campeão  mundial de produtividade e eficiência no agronegócio.

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